Nova etapa na vida dos milhares de estudantes da UÉ

A Universidade de Évora (UÉ) recebeu esta segunda-feira, dia 17 de setembro, os novos estudantes que ingressaram no ensino superior. Os mais de 1000 estudantes que ficaram colocados na UÉ na 1ª fase do Concurso Nacional de Acesso (CNA) 2018/2019 tiveram oportunidade de sentir o pulso de uma Universidade com “longa história”, como recordou Ana Costa Freitas, Reitora da UÉ.

Na sessão de boas-vindas estiveram presentes diversos órgãos da universidade e da cidade, entre eles a reitora da UÉ Ana Costa Freitas, a presidente da Associação Académica da Universidade de Évora (AAUE), Ana Rita Silva, a vereadora da Câmara Municipal de Évora (CME), Sara Fernandes e o Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor.

A abrir a sessão, a Reitora da UÉ deu as boas-vindas aos novos estudantes que rumaram ao Colégio do Espírito Santo e fez notar que, estes estão agora numa Universidade que “oferece formação de qualidade nos mais diversos domínios do Conhecimento, integra as mais diversas redes internacionais de investigação” e está cada vez mais “aberta ao mundo”, como prova o aumento de candidatos ao concurso especial de ingresso para Estudantes Internacionais.

A UÉ “trabalha diariamente para que os estudantes apenas se tenham de preocupar com aprender” sublinhou Ana Costa Freitas, porque estar no ensino superior implica “um olhar crítico e crescer em muitas facetas”, deixando no final da sua intervenção os votos de “bom trabalho” e que, independentemente do percurso e das opções de cada estudante, a Universidade está sempre pronta para os apoiar e dar resposta às suas expetativas.

Por seu lado a presidente da AAUÉ, Ana Rita Silva, recordou a necessidade de colmatar alguns dos problemas com implicações no quotidiano dos estudantes; referindo-se à falta de alojamento ou a questões de mobilidade. A presidente da associação académica fez recordar ainda que estará sempre ao “lado dos estudantes” e que aproveitem da melhor forma a cidade-museu património mundial UNESCO onde viver e estudar permite uma “mistura de experiências que enriquece e recordamos para a vida”.

Sara Fernandes, em representação da CME, enalteceu a sinergia que existe entre município e academia a qual tem contribuido para o desenvolvimento regional, dando como exemplo a aposta no cluster aeronáutico, entre outras iniciativas que, na sua opinião  têm permitido "pôr o conhecimento ao serviço da comunidade".

A encerrar a sessão, o Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, recordou aos estudantes que “estar no ensino superior é também aprender a ser europeu”, contando com a acolaboração destes para tornar o nosso país “cada vez mais europeu”. O ministro salientou ainda ter encontrado nesta Universidade “as formas mais variadas de conhecer coisas novas”, que podem ir desde a “valorização do património com base na ciência e na tecnologia” à “valorização do solo como recurso endógeno” passando pelas diversas áreas em que, ao trabalhar em rede com outros países permite-nos “aprender mais, ser mais inclusivos e abertos ao mundo” até porque, tal como sublinhou, este “está sempre em grande mudança”. 

Publicado em 18.09.2018
Fonte: GabCom | UÉ